CYATHEACEAE

Cyathea pungens (Willd.) Domin

Como citar:

; Tainan Messina. 2012. Cyathea pungens (CYATHEACEAE). Lista Vermelha da Flora Brasileira: Centro Nacional de Conservação da Flora/ Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

LC

EOO:

6.700.662,718 Km2

AOO:

128,00 Km2

Endêmica do Brasil:

Detalhes:

A espécie tem ampla distribuição. Ocorre nos Estados Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná (Windisch; Santiago, 2012) e Espirito Santo. Os registros botânicos indicam que a espécie ocorre em altitudes ente 164 m (Pessôa, C., 445, NYBG 1189014) e 950m (Matos, F. B., 949, UPCB 68784)

Avaliação de risco:

Ano de avaliação: 2012
Avaliador:
Revisor: Tainan Messina
Categoria: LC
Justificativa:

Ascategorias de ameaça não são aplicáveis para essa espécie uma vez que essa tem ampla distribuição e não apresenta ameaças diretas ou uso. Portanto foiconsiderada "Menos preocupante" (LC).

Perfil da espécie:

Valor econômico:

Potencial valor econômico: Desconhecido

População:

Flutuação extrema: Sim
Detalhes: Em fragmento no Sul da Bahia existe uma subpopulação com seis indivíduos em 0,72 ha (Paciência; Prado, 2005).

Ecologia:

Biomas: Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia
Fitofisionomia: Floresta ombrófila densa e, floresta estacional semidecidual (Salino; Almeida, 2009).Savana (Fernandes, 1997)Floresta alagável (CNCFlora, 2011)
Habitats: 1.6 Subtropical/Tropical Moist Lowland, 1.9 Subtropical/Tropical Moist Montane, 1.8 Subtropical/Tropical Swamp
Detalhes: Hábito Arborescente. Ocorre em muitos biomas, sempre associado a floresta úmida baixa (Fernandes, 1997). O habitat da espécie são locais úmidos e sombreados, tais como ao longo de corpos d'água, banhados e igarapés, freqüentemente em formações vegetais com palmeiras ou matas alagadas e matas de galeria (Fernandes, 1997).

Ameaças (3):

Estresse Ameaça Declínio Tempo Incidência Severidade
1 Habitat Loss/Degradation (human induced)
A cobertura vegetal do Estado do Espirito Santo, antes praticamente toda recoberta pela Mata Atlântica, tem uma história de devastação cujos registros remontam aos do início de sua colonização. A destruição e degradação do habitat é, sem dúvida, a maior causa de perda de biodiversidade no Estado. Subsequentes ciclos econômicos, a incidência de espécies exóticas invasoras e sobre-exploração de plantas ornamentais são algumas principais ameaças incidentes sobre a flora do Estado (Simonelli ; Fraga, 2007).
Estresse Ameaça Declínio Tempo Incidência Severidade
1.4.2 Human settlement
Com uma alta densidade demográfica (41 hab. por ha), na zona Norte de Manaus o crescimento populacional tem sido o principal responsável pela degradação ambiental que a mesma vem sofrendo. A construção de conjuntos habitacionais pelo poder público e privado é um dos principais responsáveis pelo desmatamento verificado nos últimos 18 anos (Nogueira et al., 2007).
Estresse Ameaça Declínio Tempo Incidência Severidade
1.1 Agriculture
A porção central de Moto Grosso destaca-se com uma grande mancha de cobertura antrópica, próximo ao município de Sinop e Sorriso, conhecidos pela alta produtividade e produção agrícola, notadamente de soja, milho e algodão. O Estado apresenta 34% de cobertura antrópica para o Cerrado matogrossense (Sano et al., 2010)

Ações de conservação (2):

Ação Situação
1.2.1.3 Sub-national level on going
"Vulnerável" (VU), segundo a Lista vermelha da flora de São Paulo (SMA-SP, 2004)
Ação Situação
4.4 Protected areas on going
A espécie ocorre nas seguintes unidades de conservação (SNUC): Reserva Alto Cariri, MG, Estação Ecológica do Cuniã, RO, Reserva Municipal Cachoeira do Pau, BA e Parque Nacional da serra do Divisor, AC (CNCFlora, 2011)